Quem disse que Matemática não é brincadeira? Geometria, jogos digitais e ludicidade no ciclo da alfabetização

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Denília Andrade Teixeira dos Santos

Resumo

O presente artigo traz um relato de experiência em uma turma de alfabetização da rede pública, cujo planejamento tinha, como objetivo, consolidar habilidades referentes ao estudo de geometria, sem perder de vista as capacidades da alfabetização e letramento em Língua Portuguesa. As capacidades foram trabalhadas por meio de sequências didáticas que contemplassem as metas de trabalho a serem alcançadas com a turma, dentre as quais se destaca desenvolvimento da leitura, escrita, produção de texto e Geometria. A necessidade de promover um trabalho interdisciplinar, rompendo com áreas de conhecimentos distantes umas das outras, com conteúdos estanques e pouco significativos para os estudantes, propiciou momentos de intenso deleite e aprendizagens múltiplas por meio de um diálogo coeso entre as áreas de conhecimento. A conexão estabelecida entre as diversas áreas de conhecimento teve, como elo, a linguagem e a tecnologia, por meio da utilização de atividades e recursos didático-pedagógicos lúdicos, com vistas a favorecer o desenvolvimento das crianças como sujeitos ativos no processo ensino-aprendizagem.

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Palavras-chave
Alfabetização matemática, Geometria, Tecnologia, Ludicidade.