O ensino da Geometria Esférica: possibilidades para inclusão de deficientes visuais nas aulas de Matemática

Palavras-chave: Geometria Não-Euclidiana, Geometria Esférica, Desenho Universal, Educação Inclusiva.

Resumo

A abordagem de geometrias não-euclidianas é pouco comum no ensino de matemática das escolas e universidades, apesar de constarem em documentos oficiais brasileiros, como os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática, as Orientações Curriculares para o Ensino Médio e Base Nacional Comum Curricular. Consideramos que abordar conteúdos da Geometria Esférica na Educação Básica possibilita que o aluno possa relacionar tal conhecimento com seu cotidiano, compreender os diferentes modelos geométricos que os cerca, ampliando o repertório de seu pensamento geométrico. Neste trabalho, buscamos refletir e propor atividades de ensino de Geometria Esférica nas premissas do Desenho Universal para a Aprendizagem, acessível a todos estudantes. De modo especial, nos dedicamos a pensar atividades em que estudantes deficientes visuais pudessem participar com os demais alunos. Tais atividades podem servir para novas discussões sobre o ensino de uma Geometria Não-Euclidiana, além de possibilitar novas compreensões para os estudantes, levando em consideração o seu cotidiano.

Publicado
2020-12-30
Como Citar
Lima, P., Perovano, A., & Guimarães, D. (2020). O ensino da Geometria Esférica: possibilidades para inclusão de deficientes visuais nas aulas de Matemática. Com a Palavra, O Professor, 5(13), 1-21. https://doi.org/10.23864/cpp.v5i13.466